A Prefeitura de Juiz de Fora divulgou na última semana um boletim epidemiológico mostrando que o número de ocorrências de dengue na cidade já passou da marca de 1.414 casos suspeitos, sendo 1.045 confirmados.
Diante de números que aumentam a cada dia, cada morador tenta se proteger da maneira como pode.
A síndica Mariângela de Paula já esta fazendo a sua parte. Instituiu uma campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, no prédio onde mora no bairro São Mateus. “A prevenção é o mais importante no caso da dengue, por isso coloquei cartazes nas áreas comuns do condomínio mostrando alguns passos básicos para prevenir a proliferação do mosquito e do vírus”.
A moradora do prédio, Maria Inês Coutinho, aderiu à campanha realizando os procedimentos mostrados nos cartazes. Ela afirmou que já teve alguns parentes que sofreram com a doença e que em seu apartamento não existe água parada, mesmo sabendo que o mosquito é mais comum nos locais mais baixos.
Já Thiago Campos, morador do bairro Granbery, um dos mais atingidos com 40 casos já confirmados, não teve tanta sorte de começar a prevenção antes de ser picado e contrair a doença. Ele conta que não tem certeza do local exato onde pode ter tido contato com o mosquito, mas agora que sentiu na pele os sintomas da dengue, já realizou uma busca por focos em sua casa e pediu o mesmo aos vizinhos.
“A maioria das pessoas pensa que a dengue não é tão perigosa assim, mas só quem passa por duas semanas de sintomas dentro de casa sabe o quanto a doença é forte e pode derrubar. É muito importante evitar o contágio da doença porque não existe tratamento. É só repouso e beber muito líquido”, afirmou o estudante.
Diante de números que aumentam a cada dia, cada morador tenta se proteger da maneira como pode.
A síndica Mariângela de Paula já esta fazendo a sua parte. Instituiu uma campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, no prédio onde mora no bairro São Mateus. “A prevenção é o mais importante no caso da dengue, por isso coloquei cartazes nas áreas comuns do condomínio mostrando alguns passos básicos para prevenir a proliferação do mosquito e do vírus”.
A moradora do prédio, Maria Inês Coutinho, aderiu à campanha realizando os procedimentos mostrados nos cartazes. Ela afirmou que já teve alguns parentes que sofreram com a doença e que em seu apartamento não existe água parada, mesmo sabendo que o mosquito é mais comum nos locais mais baixos.
Já Thiago Campos, morador do bairro Granbery, um dos mais atingidos com 40 casos já confirmados, não teve tanta sorte de começar a prevenção antes de ser picado e contrair a doença. Ele conta que não tem certeza do local exato onde pode ter tido contato com o mosquito, mas agora que sentiu na pele os sintomas da dengue, já realizou uma busca por focos em sua casa e pediu o mesmo aos vizinhos.
“A maioria das pessoas pensa que a dengue não é tão perigosa assim, mas só quem passa por duas semanas de sintomas dentro de casa sabe o quanto a doença é forte e pode derrubar. É muito importante evitar o contágio da doença porque não existe tratamento. É só repouso e beber muito líquido”, afirmou o estudante.
por Uliana Soares
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