terça-feira, 22 de junho de 2010

A falta de um camisa 10

Copa do Mundo. Seleção Brasileira. Torcida a mil por hora. Pensando assim parece que está tudo no seu devido lugar só esperando pelo dia 15 de junho. Mas na hora de ligar a TV é que são elas. Jogadores convocados e agora não tem mais jeito. Seremos forçados a oferecer nosso apoio a uma seleção que não tem a nossa cara. Nada pessoal com os jogadores, alguns até merecem representar o país, mas e o nosso camisa 10? Não me recordo de uma vez sequer que o Brasil que tenha visto uma seleção tão sem empolgação quanto essa. Tudo bem, respeito o fato dessa equipe ter ganhado tudo o que disputou até agora, mas de que adianta conquistar o mundo se não conquista a sua própria torcida?

Os mais apaixonados dirão que temos que ser torcedores antes de tudo e apoiar sem medida, mas basta um passeio pela equipe e vemos que não é bem assim. Há de se ter muita força de vontade para assistir a uma partida e não ter para quem gritar. Ao invés de torcer teremos que rezar para que a coerente seleção de Dunga nos surpreenda ou mais que isso, nos conquiste.



por Uliana Soares

A tecnologia digital e a cobertura esportiva

Um novo olhar sobre como a tecnologia da TV está modificando a cobertura esportiva. Foi essa a ideia central da palestra “Do Football ao Footbyte”, ministrada pelo jornalista e professor Ricardo Bedendo, na 3ª Semana de Comunicação realizada no CES/JF.

Bedendo dividiu com os alunos de jornalismo e publicidade uma nova maneira de encarar as transmissões esportivas, em especial a utilizada na Copa do Mundo deste ano.

Partindo do princípio de que cada vez mais as inovações tecnológicas interferem no trabalho dos jornalistas, os alunos puderam entender um pouco mais sobre como os “bytes” da TV digital valorizam e dão maior significado aos momentos de uma partida de futebol.

Aos futuros jornalistas e amantes do espetáculo esportivo que envolve uma partida de futebol, Bedendo chamou a atenção para o fato de que cada vez mais é importante estar atualizado sobre as novas tecnologias que aparecem e também estar atento à forma como elas são utilizadas nas transmissões, através de interferências que vão desde um tira-teima sobre um lance duvidoso até uma interação via twitter entre jornalista e jogador, como ocorreu com Kaká minutos antes de uma entrevista coletiva, na África do Sul.

A palestra serviu como um pontapé inicial e como incentivo aos alunos para que se preparem para entrar no mercado de trabalho sabendo que a todo dia a cobertura esportiva vem se modificando, agregando novas tecnologias que atraem mais o telespectador e exigindo um trabalho mais cuidadoso.


por Uliana Soares

terça-feira, 15 de junho de 2010

Fanáticos Futebol Clube

No mês de junho, o país realiza mais um sonho, o de estar em um grande evento futebolístico, a Copa do Mundo 2010, que este ano acontece na África do Sul.

O futebol faz parte da vida de todos os brasileiros, estes que se unem em torno de uma grande paixão. Ë como se o Brasil além de ter milhões de torcedores, tivesse milhões de técnicos. A Copa é um momento em que transmite à uma nação inteira o mesmo sentimento, o do amor pelo esporte. Contudo, o futebol se torna prioridade nacional, envolvendo a todos os brasileiros indiscriminadamente. Quem não ouviu histórias de alguém que ficasse repentinamente doente ou inventasse histórias para simplesmente assistir o jogo? O país para o que está fazendo, muda completamente seu cotidiano para torcer pelo time de futebol. “ Não importa o que seja, eu deixo de fazer pois ver a seleção jogar é um momento de paixão”, diz Fernando Gonçalves, fanático por futebol.

Em dia de jogo, algumas pessoas saem mais cedo do trabalho e como é costume popular no mundo todo, torcer pelo seu time em uma mesa de bar, junto aos amigos e familiares, é uma boa forma de reproduzir o clima e a emoção para aqueles que não podem ir ao estádio ver os jogos de perto. Em dia de jogo, muitas pessoas vão à bares e restaurantes torcer pleo país nos jogos. “Mesmo se a pessoa não seja fã de futebol, quando se trata da Copa do Mundo, o país pára e a gente quer torcer e fazer parte desse momento ”, afirma a estudante Marina Noman.

Não só o Brasil pára para ver a seleção canarinho jogar. O mundo todo fica ansioso para ver a seleção pentacampeã entrar e campo e mostrar o futebol que encanta à todos.
Stéphanie Corrêa

Gostinho de quero mais

A 3ª Semana de Comunicação do CES começou animada na manhã de terça-feira, com a apresentação de trailers pelo professor Gustavo Burla.

O professor exibiu trailers para todos os gostos, de filmes atuais e bastante conhecidos, explicando os significados e peculiaridades de cada um.

Mesmo com a manhã gelada que fazia, Gustavo conseguiu esquentar a galera mostrando questões que só não passam despercebidas para quem realmente entende do assunto. Como músicas de outros filmes que são usadas, cenas que foram gravadas especialmente para os trailers ou até mesmo adiantadas do filme seguinte.

Já os fanáticos, assim como eu, pela trilogia O Senhor dos Anéis e a saga do bruxo Harry Potter se animaram com a exibição desses trailers. O do bruxo, em especial, Gustavo explicou a diferença que acontece em cada país, os americanos gostam da aventura, os japoneses dos mistérios e os alemães da ação.

Quem estava presente ficou com aquele gostinho de quero mais, para assistir os filmes nunca vistos e rever os favoritos. E com certeza a partir de agora vamos prestar mais atenção nos trailers e ver se descobrimos coisas inusitadas.

por Henelise Motta

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A internet como ferramenta no processo eleitoral

Em ano de eleições o mercado de comunicações, fica agitado. Políticos e eleitores procuram disseminar e procurar informações em todas as partes, em 2010 uma nova versão eleitoreira surge no Brasil. Será permitido aos candidatos brasileiros a livre utilização da web, desde que o autor seja identificado e o direito a resposta garantido.

As eleições presidências americanas,que elegeram Barack Obama, foi marcada pelo uso da internet e suas ferramentas sociais. No caso, o Twitter foi utilizado como maior difusor de conteúdo relacionado ao candidato e livre espaço para declarar o apoio de seus eleitores. No Brasil, as eleições de 2010 prometem fazer esse mesmo caminho. A ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB), ambos pré-candidatos, lançaram seus perfis no Twitter.

Segundo o presidente do comitê do Partido dos Trabalhadores em Juiz de Fora, Rogério de Freitas, a utilização da web ajuda a aumentar o interesse dos jovens no processo político, uma vez que eles são a grande parcelas de usuários da internet. Para isso, partidos como o PT, utilizam de meios já tradicionais entre os internautas como os sites partidários, criam comunidades e portais interativos.

Para o professor de marketing Sebastião Alves, a campanha eleitoral através da internet pode funcionar em Juiz de Fora como mais um meio da mensagem chegar ao eleitor. “Qualquer meio, poderá agregar votos e ao final fazer a diferença”. Porém ele afirma que ainda estamos muito distantes dos números dos EUA, onde a realidade cultural e tecnológica é bastante diferente.

Sebastião acredita que o processo eleitoral pode ser modificado por essa nova forma de marketing. “O processo pode ser modificado somente a longo prazo, à medida que os especialistas tanto em marketing, quanto em política, quanto em tecnologia da informação descobrirem, aprenderem os melhores caminhos para se atingir as pessoas com estes recursos”. Ele acrescenta que para se tornar eficiente, é preciso democratizar esse meio de informação, facilitando o acesso.

Acompanhe o Twitter dos candidatos a presidência :


http://twitter.com/dilmabr

http://twitter.com/joseserra_

http://twitter.com/silva_marina

Sites Políticos:

www.ptjf.org

www.psdbjf.org

por Henelise Motta, Marina Noman, Stéphanie Corrêa e Uliana Soares

Professores do meu Brasil

A educação no Brasil é uma preocupação nacional. Embora seja dever do Estado e direito de todos,ela segue em passos lentos no rumo a uma melhor qualidade de ensino. Essa preocupação se verifica em todos os níveis do ensino e a maioria dos acadêmicos chega as universidades sem nenhuma base, tornando-se assim um profissional despreparado para enfrentar um mercado de trabalho tão competitivo.

Não é de hoje que os governos prometem melhoria na educação. Muitos na hora de se eleger, prometem inúmeras mudanças nesse setor. A maioria dessas promessas não são cumpridas, deixando assim a base do futuro de um cidadão ao relento. Educação deveria ser assunto prioritário, mas os governantes sempre colocam ênfase em outros assuntos.


Os professores da rede municipal são os que mais sofrem com esse descaso. Ganhando pouco e trabalhando no futuro do país, eles fazem greve reivindicando ajuste salarial. Mais que justo um aumento de salário. O governo devia é ficar com vergonha de não investir nesses profissionais essenciais na formação dos cidadãos.

Professores, profissionais que acreditam e investem no país e o governo deveriam ter esse dever, nem se quer mostra interesse no futuro que também cabe a eles.



por Stéphanie Corrêa

domingo, 30 de maio de 2010

O fim de Lost



Após 6 anos de muitos mistérios e especulações, chegou ao fim, no último
domingo 23 de maio, a série americana Lost.

A história todo mundo conhece e mesmo quem nunca assistiu um episódio da série conhece o assunto. Um grupo de passageiros do vôo da Oceanic Airlines, vindo de Sidney com destino a Los Angeles, cai em uma ilha do Pacífico após acidente aéreo e fica preso à ilha. O programa cheio de mistérios, enigmas e complexas narrativas conquistou fãs pelo mundo todo, gerando diversos debates sobre tão esperado fim, que lá em 2007 (quando foi anunciado que a série terminaria na 6ª temporada) parecia distante.

O fim precoce – para mim e os milhares de fãs – enfim chegou, deixando muitas cabeças confusas e várias perguntas não respondidas. Esperava que nesse último ano diversas questões fossem respondidas, algumas, bastante significativas até foram, mas uma grande maioria nos deixou frustrados e reflexivos.

Lost exigia muita atenção, portanto até mesmo o que foi respondido pode ter passado despercebido por muitos. Como no complexo episódio que se explica o famoso monstro da fumaça preta ou porque Desmond não ser afetado pelo magnetismo era tão importante ou quem era Jacob. O que continuou no ar é o que realmente seria a ilha, talvez uma espécie de purgatório, já que no fim todos estavam mortos, mas tudo aquilo foi real (como explica Christian Shepard ao filho Jack).

Com a cabeça fervilhando ainda com o último episódio, pensando nos acontecimentos vejo que, como sempre, Lost deixou aquele mesmo gostinho de fim de temporada, com questões não resolvidas e milhares de dúvidas. O que para mim foi bom, pois sempre irão existir teorias da conspiração a respeito da série mais misteriosa da TV. O que muitos andam chamando de vida após a morte.



- 15 mistérios – resolvidos ou não


http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/05/g1-seleciona-os-15-misterios-de-lost-que-nao-foram-respondidos.html




por Henelise Motta