domingo, 30 de maio de 2010

O fim de Lost



Após 6 anos de muitos mistérios e especulações, chegou ao fim, no último
domingo 23 de maio, a série americana Lost.

A história todo mundo conhece e mesmo quem nunca assistiu um episódio da série conhece o assunto. Um grupo de passageiros do vôo da Oceanic Airlines, vindo de Sidney com destino a Los Angeles, cai em uma ilha do Pacífico após acidente aéreo e fica preso à ilha. O programa cheio de mistérios, enigmas e complexas narrativas conquistou fãs pelo mundo todo, gerando diversos debates sobre tão esperado fim, que lá em 2007 (quando foi anunciado que a série terminaria na 6ª temporada) parecia distante.

O fim precoce – para mim e os milhares de fãs – enfim chegou, deixando muitas cabeças confusas e várias perguntas não respondidas. Esperava que nesse último ano diversas questões fossem respondidas, algumas, bastante significativas até foram, mas uma grande maioria nos deixou frustrados e reflexivos.

Lost exigia muita atenção, portanto até mesmo o que foi respondido pode ter passado despercebido por muitos. Como no complexo episódio que se explica o famoso monstro da fumaça preta ou porque Desmond não ser afetado pelo magnetismo era tão importante ou quem era Jacob. O que continuou no ar é o que realmente seria a ilha, talvez uma espécie de purgatório, já que no fim todos estavam mortos, mas tudo aquilo foi real (como explica Christian Shepard ao filho Jack).

Com a cabeça fervilhando ainda com o último episódio, pensando nos acontecimentos vejo que, como sempre, Lost deixou aquele mesmo gostinho de fim de temporada, com questões não resolvidas e milhares de dúvidas. O que para mim foi bom, pois sempre irão existir teorias da conspiração a respeito da série mais misteriosa da TV. O que muitos andam chamando de vida após a morte.



- 15 mistérios – resolvidos ou não


http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/05/g1-seleciona-os-15-misterios-de-lost-que-nao-foram-respondidos.html




por Henelise Motta

sábado, 29 de maio de 2010

Arte pelo aprendizado

Nessa última terça feira (18), estive em São Paulo. O motivo de minha visita era simples e atendia por um único nome, Andy Warhol. Talvez, para muitas pessoas esse nome não passe de uma interrogação ou um simples indício de que ali talvez esteja mais um gringo famoso. O fato é que Andy, é muito mais que um estrangeiro qualquer. Nascido nos Estados Unidos, o artista plástico é dono de uma das imagens mais famosas do mundo. Marilyn Monroe, repetida 9 vezes, colorida 9 vezes em tons diferentes.


Não é necessário ser nenhum entendido ou apreciador das artes para saber que estávamos frente a criação de um verdadeiro gênio. Andy, brinca com as cores, joga com o cotidiano e nos apresenta uma visão particular sobre o que é a América, não atoa sua exposição leva o nome de Mr. America.

Aproveitando o tempo que me restava, resolvi visitar outros museus e me deparei com uma agradável surpresa. Localizado no centro velho da cidade, o Museu da Língua Portuguesa foi instalado dentro do terminal de metro da Estação da Luz.
Se por fora a arquitetura convida o vistante a embarcar na história, o interior do museu nos convida a brincar de tecnologia. Mesas interativas, games, vídeos, luzes para adulto nenhum colocar defeito.



Talvez seja essa a explicação para um museu tão lotado, mas com certeza fatores como fácil acesso e um preço camarada ajudam a atrair o público. O Museu da Língua Portuguesa é uma mostra de como educação, cultura e diversão podem caminhar juntos. Bons exemplos como esse, devem ser seguidos em todos Brasil.



Links: Site Museu da Língua Portuguesa

Andy Warhol

por Marina Noman





quinta-feira, 27 de maio de 2010

Luta pela aprovação do “Ficha Limpa” é ativa em JF

O Movimento de Combate à Corrupção (MCCE) tem representação em Juiz de Fora. É o Comitê 9840 local, número de uma lei aprovada em 1999 que proíbe a compra e venda de votos. Primeira lei de iniciativa popular, o comitê, presidido pela pedagoga aposentada Déa Emília Andrade esteve à frente de uma nova ação: a luta pela aprovação do projeto de lei Ficha Limpa, que agora foi aprovado pelo Senado e vai passar por sanção presidencial. Existindo desde 2000, o comitê da cidade trabalha em períodos eleitorais, conscientizando eleitores e políticos da importância de se ter uma eleição limpa e se realizar uma política ética. O grupo, visita escolas, realiza seminários, orientando sobre a lei 9840 e sobre a importância do voto consciente. Ele tem o apoio de várias instituições como a OAB local e sindicatos. Em 2003 fizeram um seminário regional pela ética na política na OAB/JF com o apoio da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Aberto ao público teve a presença de juízes, promotores e diversas entidades.

MCCE

Em 2004, dois anos depois da criação do MCCE nacional que surgiu dos comitês 9840, foi criado o MCCE municipal. O Comitê da Cidadania (outro comitê, mas que tem a participação dos mesmos membros do 9840), convidou várias entidades como a Associação dos Professores de Ensino Superior ( APES), Sindicato dos Professores de Juiz de Fora ( Sinpro), Renovação Cristã do Brasil, Movimento Familiar Cristão e a Ordem dos Advogados do Brasil municipal para ajudar na implantação.

O projeto de lei “Ficha Limpa” (projetos de Lei Complementar 168/93, 518/09) foi elaborado em 2008 pela CBJP (Comissão Brasileira Justiça e Paz- órgão ligado à CNBB - Comissão Nacional dos Bispos do Brasil); OAB (Ordem dos Advogados do Brasil); ABI (Associação Brasileira de Imprensa), sindicatos, entidades ligadas à diversas denominações religiosas e demais grupos. No ano passado a coleta de assinaturas a favor do projeto começou a ser feita. Foram mais de 3 milhões de assinaturas a favor do projeto sendo que 1,6 milhão foram recolhidos pelo próprio MCCE. A entidade internacional Avaaz recolheu pela internet os outros 2 milhões.

Ficha Limpa em Juiz de Fora

Na cidade o Comitê da Cidadania e o 9840 divulgaram o PL, juntamente com a Pastoral da Comunicação (PASCOM). Deram entrevistas em rádios da cidade, além de receberem e entregarem ao MCCE nacional as listas com as assinaturas. A CNBB enviou a todas as paróquias e movimentos sociais formulários para que a coleta de assinaturas fosse feita.

Apesar das dificuldades para se conseguir as assinaturas (cerca de 1,3milhão de pessoas deveriam concordar com o projeto e era necessário o título de eleitor para que as assinaturas fossem válidas) o cerco está se fechando cada vez mais para os maus políticos: além de o PL ter passado na câmara com 388 votos a favor e um contra (do deputado Marcelo Melo; PMDB-GO), o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) tomou a decisão de divulgar a ficha criminal de todos os políticos candidatos as eleições desse ano. Segundo à presidente do Comitê 9840 Déa Emília Andrade, “ o comitê 9840 e o da Cidadania já pediram ao arcebispo Dom Gil Antônio Moreira que publicasse o nome dos políticos de Juiz de Fora que tiverem seu nome na lista do TRE- MG.”

A esperança do MCCE é que o projeto seja aprovado até o dia 6 de junho quando se inicia as convenções partidárias, portanto data-limite para que a lei valha já para essas eleições. Mas se depender do líder do senado Romero Jucá (PMDB - RR), não é necessário tanta pressa. Ele pretende analisar o projeto pelo tempo que for necessário e fazer alterações se for preciso. Com isso o projeto deverá ser submetido à nova votação da Câmara.

Caso seja aprovado o PL alterará a lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990, já existente, chamada Lei das Inelegibilidades. Assim, a iniciativa do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) em lançar essa Campanha surgiu de uma necessidade expressa na própria Constituição Federal de 1988, que determina a inclusão de novos critérios de inelegibilidades, considerando a vida pregressa dos candidatos.

Críticas

O Ficha Limpa sofre muitas críticas de alguns juristas e outras pessoas por entenderem que os termos do projeto fere o princípio de presunção da inocência. Sobre isso, a coordenadora do Comitê da Cidadania e da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Juiz de Fora, Elizabeth César Costa, argumenta: “Para poder entrar em qualquer órgão público o candidato precisa apresentar uma ficha limpa. Agora, para os candidatos que vão nos representar, legislar, porque que eles estariam isentos de apresentar essa ficha? Déa ainda completa: “Isso é uma defesa da sociedade.Ela tem direito de não ter candidatos que não tenham nada sério contra elas.”

Comitê da Cidadania

De acordo com Déa, cerca de 40% dos membros do congresso possuem problemas com a justiça. Preocupando-se com essa questão da imoralidade na política, desde 2001, o Comitê da Cidadania, acompanha os trabalhos dos vereadores da cidade para se inteirar das ações do Legislativo. O grupo publica um informativo semestral com as notícias da Câmara municipal no qual explica e detalha os projetos dos vereadores e demonstra como são poucos os de interesse público. E ela ainda diz: “Foi a partir do nosso jornal que a Tribuna começou a analisar os trabalhos dos vereadores.”


por Marina Donato

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Brincadeira de Gente Grande

De quatro em quatro anos a FIFA (Federação Internacional das Associações de Futebol) realiza a Copa do Mundo de Futebol, torneio que reúne as melhores seleções do planeta. Esse ano o Brasil entra na luta pelo hexa campeonato. Há um mês do início dos jogos, que serão realizados na África do Sul, o país já respira futebol . Na torcida pela seleção de Dunga, milhares de fanáticos vão as bancas de todo país à procura dos rostos mais famosos pelos próximos meses.

Os álbuns de figurinha são a sensação do momento. Antigamente eram atribuídos a brincadeira de criança, mas hoje em dia a brincadeira ficou séria. O estudante de economia, Eduardo Oliveira (21) ganhou um álbum de presenta da namorada, e desde então só pensa em completar a coleção, mas parece que a sorte está do lado de Rafael Pontes. Em menos de duas semanas, o estudante de completou seu álbum. Para isso ele participou de um encontro de colecionadores, realizado no parque Halfeld. A ideia era que todos os colecionadores trocassem entre si as figurinhas repetidas. O velho e bom bafinho, virou escambo.

A febre das figurinhas já invadiu a internet. No site oficial da FIFA, http://pt.fifa.com/theclub, os fanáticos por futebol podem criar um álbum virtual e até trocar figurinhas com os amigos. Para criar um perfil é muito fácil (assista no vídeo abaixo) e todos podem se juntar a brincadeira. E para quem pensa que futebol é coisa de macho, as nossas colegas de redação Henelise Motta e Uliana Soares dão um recado, “Já completamos nosso álbum e agora estamos esperando o início do jogos”. Não se esqueça os jogos começam dia 11 de junho e o Brasil faz sua estreia contra a Costa do Marfim no dia 13. Rumo Hexa.
por Marina Noman e Stéphanie Corrêa

quinta-feira, 13 de maio de 2010

JF recebe jogos pan americanos escolares

A partir de 23 de agosto, Juiz de Fora será sede da primeira edição dos Jogos Pan-Americanos Escolares, um verdadeiro teste para as pretensões em se colocar por definitivo na rota do turismo esportivo que invadirá o Brasil a partir de 2014.


Organizado pela Prefeitura de Juiz de Fora (www.pjf.mg.gov.br/) com o apoio da Universidade Federal de Juiz de Fora (http://www.ufjf.br/) , da Confederação Brasileira de Desporto Escolar (http://www.cbde.org.br/) e Ministério do Esporte, o evento contará com a presença confirmada de sete países: Aruba, Bolívia, Brasil, Colômbia, Guatemala, Paraguai e a China, como convidada. Chile, Porto Rico e México pediram o prolongamento das suas inscrições por 15 dias e até o fechamento desta reportagem não estavam confirmados.

Até o momento, os 720 atletas inscritos, com idades de 15 a 17 anos, disputarão as seguintes modalidades: vôlei, natação, basquete, atletismo e handebol, ambos masculino e feminino, e futebol de campo masculino. A participação brasileira se dará através de duas equipes distintas, o ”Brasil I” representado por estudantes que passarão por uma seletiva nacional e o “Brasil II”, que será composto apenas por alunos residentes na cidade-sede.

Fatores Contribuintes

Juiz de Fora foi escolhida para sediar o evento em uma reunião realizada no dia 22 de outubro de 2009, após uma disputa acirrada com a duas capi
tais, San Juan (Porto Rico) e Cidade do México (México). Ambas já organizaram competições esportivas de grande porte. A principal cidade porto-riquenha organizou os Jogos Pan-Americanos em 1979. Os mexicanos, em 1955 e 1975, além de ser o próximo país-sede, apesar de a disputa ocorrer em outro local, a cidade de Guadalaraja.


De acordo com o assessor executivo da Secretaria de Esportes e Lazer (SEL) da PJF, Heglison Toledo, que participou da comitiva enviada a Puebla, no México, para a apresentação da candidatura juizforana, a ideia de concorrer à cidade-sede do evento surgiu em um contato entre o secretário da pasta, Renato Miranda e o ex-secretário executivo do Ministério do Esporte, Wádson Ribeiro.

Para Toledo, as principais características que determinaram à escolha da cidade foram à segurança, a logística, localizações e as estruturas de qualidade oferecida. “Os analistas disseram que a cidade apresenta os complexos esportivos muito próximos uns dos outros, além da proximidade com o Rio de Janeiro e Belo Horizonte”, conta.

Dentre as instalações que serão utilizadas na competição, o complexo esportivo da UFJF, que custou aproximadamente R$ 17 milhões, se destaca. Em fase adiantada, as obras contemplam a reforma do ginásio, quadras de tênis e futsal, além da construção de outras duas quadras poliesportivas. A piscina também foi melhorada e agora, conta com cobertura e sistema de aquecimento. Os colégios Academia de Comércio, Granbery e Jesuítas, assim como os clubes Sport, Bom Pastor e Tupynambás também serão locais em que haverá competições.

Entretanto, a instalação que mais impressionou os avaliadores foi a pista de Atletismo que está sendo implementada em torno do campo de futebol da Faculdade de Educação Física e Desportos (FAEFID) da UFJF. De acordo com o reitor Henrique Duque, o material utilizado na confecção da pista é o mesmo utilizado pela China na Olimpíada de Pequim de 2008.

Mas o professor universitário e doutor em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Viçosa Fernando Agra, alerta que, apesar da localização entre as duas capitais, a cidade ainda precisa de alguns investimentos, principalmente na ampliação da rede hoteleira e no trânsito. “Juiz de Fora precisa melhorar a infra-estrutura de um modo geral.”


A expectativa da SEL é que, a partir dos Jogos Pan-Americanos Escolares, Juiz de Fora entre definitivamente no cenário de eventos esportivos internacionais. O projeto engloba a continuidade de investimento no segmento para a participação direta nos eventos que o Brasil sediará em breve, como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.





por Henelise Motta e Uliana Soares

terça-feira, 11 de maio de 2010

“Lei do photoshop” não preocupa profissionais

Está em andamento na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6853/10 que pretende fazer com que as capas das revistas venham com um aviso dizendo que aquelas imagens são manipuladas por photoshop. De autoria do deputado Wladimir Costa (PMDB-PA), o projeto ganhou o apelido de “Lei do Photoshop”. Conforme o PL, as imagens que sofrerem intervenções, deverão vir com a seguinte mensagem: "Atenção: imagem retocada para alterar a aparência física da pessoa retratada”. A intenção é a de acabar com a idealização corporal, uma vez que a perfeição é cada vez mais exigida.

Haverá multa para quem descumprir a lei, caso entre em vigor. Responsáveis pelo anúncio ou pelo veículo de comunicação receberiam multas com valores variando entre R$ 1,5 mil a R$ 50 mil na primeira infração, podendo dobrar o valor em caso de reincidência. O Poder Executivo definirá os órgãos responsáveis por impor as sanções.

Essa discussão já foi feita em países europeus (http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI110517-17774,00-O+PHOTOSHOP+FAZ+MAL+A+SAUDE.html) como França e Reino Unido, mas não houve efetivação do projeto. A proposta brasileira será analisada por cinco comissões: Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, de Defesa do Consumidor, de Constituição e Justiça, e de Cidadania.


Especialistas não veem ameaça

Apesar das alterações previstas na nova lei, profissionais da área não vêm nisso uma ameaça. “A publicidade acredito que não afeta, no sentido da discussão de ter que trabalhar com o ficcional ou anunciar que aquilo é ficcional, já é mais avançada a publicidade, porque historicamente falando ela já foi mais atacada, pelos órgãos que trabalham em torno da publicidade, pelo direito do consumidor. A necessidade de dizer que aquele produto que está descrito e apresentado naquela fotografia é uma simulação, não corresponde à realidade.”. Afirma o professor de planejamento gráfico. Mídia e direção de arte do curso de publicidade do CES Frederico Simão. A professora de fotografia do curso de Comunicação Social também do CES Gleice Lisboa, concorda e acha ainda que é um avanço: Acho que está corretíssimo. É isso que acredito. Se a imagem for manipulada, tem que avisar ao leitor. Não pode atrapalhar a venda incorreta. Não vejo isso, vejo ao contrário que é a técnica que vai estar prevalecendo.”

Frederico Simão ainda vê a discussão como válida: “Eu acho que essa discussão é válida no sentido de que realmente as imagens tratadas passam um aspecto diferente porque ela não é mais real. Para os padrões de beleza mais ainda. A urgência está em que as massas compreendam os processos de produção. Aí sim elas irão interpretar conforme quiserem os produtos culturais. Já o professor do curso de design da Estácio de Sá, Rogério Caetano, acha que a lei é válida, porém vê que há “coisas mais importantes a ser legisladas, mas como se criou uma ilusão na mente das pessoas que o que é demonstrado em revistas, filmes, etc é algo real, o que gera uma série de complexos e buscas vazias por algo que não existe, ela é necessária. Não há um impacto na profissão pelo simples fato de que o design ou a ilustração não dependem apenas do tratamento de imagens, são profissões que existem muito antes da criação dos softwares, que vieram para auxiliar o processo e não para criar o processo e mesmo assim acredito eu que a atividade não deixaria de existir por conta da necessidade de um simples aviso.”


por Mariana Donato