Começo de ano remete a volta às aulas, período de retomada de estudos e de descoberta do mundo universitário para muitos estudantes. O trote é o assunto que ganha evidência entre os calouros. Muitos ficam ansiosos com o dia, outros nem tanto, pensam até em faltar aula para não enfrentar essa tradição.
Ultimamente, casos de estudantes que sofreram algum tipo de violência no trote, vem chocando o país. Excessos na recepção dos novatos, como o ocorrido em uma Universidade na grande São Paulo, faz com que as universidades de todo o país criem proibições ou regras contra essa prática, como no caso da Universidade Federal de Juiz de Fora. “A universidade rejeita esta prática . Quando o aluno não está dentro do campus, nós não temos mais como impedir,” diz o pró-reitor Eduardo Magrone.
Para muitos alunos e pais, esse tipo de recepção não acrescenta em nada, só demonstra um abuso de poder que tenta se criar. Acreditam também, que o ato é uma forma de violência e um desrespeito pelo outro. A acadêmica de letras Mariana da Silva em sua época de caloura não participou do trote. " O importante para mim era entrar na faculdade, o trote era algo insignificante e de mau gosto".
As faculdades tem tido dificuldade de abolir essa cultura do trote, mas muitas já incentivam o trote solidário, no qual podem ser arrecadados alimentos , roupas ou dinheiro para doar às instituições de caridade ou também trote do tipo “Doe sangue e salve uma vida.”
Ultimamente, casos de estudantes que sofreram algum tipo de violência no trote, vem chocando o país. Excessos na recepção dos novatos, como o ocorrido em uma Universidade na grande São Paulo, faz com que as universidades de todo o país criem proibições ou regras contra essa prática, como no caso da Universidade Federal de Juiz de Fora. “A universidade rejeita esta prática . Quando o aluno não está dentro do campus, nós não temos mais como impedir,” diz o pró-reitor Eduardo Magrone.
Para muitos alunos e pais, esse tipo de recepção não acrescenta em nada, só demonstra um abuso de poder que tenta se criar. Acreditam também, que o ato é uma forma de violência e um desrespeito pelo outro. A acadêmica de letras Mariana da Silva em sua época de caloura não participou do trote. " O importante para mim era entrar na faculdade, o trote era algo insignificante e de mau gosto".
As faculdades tem tido dificuldade de abolir essa cultura do trote, mas muitas já incentivam o trote solidário, no qual podem ser arrecadados alimentos , roupas ou dinheiro para doar às instituições de caridade ou também trote do tipo “Doe sangue e salve uma vida.”
por Stéphanie Corrêa
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